Coisas que não me tranquilizam
kruzes — 14-05-2008 GTM 0 @ 22:23- José Peseiro foi despedido, ou despediu-se dá igual, do Panathinaikos;
- O Benfica continua sem treinador para a próxima época.
- José Peseiro foi despedido, ou despediu-se dá igual, do Panathinaikos;
- O Benfica continua sem treinador para a próxima época.
Fátima?! Abraçar o islão?!??!

Nah...Não me parece. Para mal apessoadas já lhe chegam as velhotas lá do sitio.

Um comerciante de Maiorca, Espanha, farto de ser assaltado, resolveu colocar este aviso à porta do seu estabelecimento comercial. Obviamente que foi por pouco tempo. Perante a denuncia de alguns queixinhas, a policia ordenou a retirada do cartaz não garantindo no entanto a segurança dos proprietários nem do seu negócio.
Não consigo perceber como, em pleno século vinte e um, ainda há gente capaz destas coisas. Pessoas que não gostam, se incomodam e que ficam chateadas por verem o que é seu ser levado por honestos cidadãos que se dedicam à recolha em beneficio próprio de bens alheios. Pior, não é tolerável a existência de alguém que, por qualquer meio, impeça ou tente impedir o pobre ladrão de fazer o seu trabalho. O desplante é de tal ordem que alguns, inclusivamente, chegam a alvitrar que quem leva coisas das lojas sem pagar e contra a vontade dos donos deve ser preso. Ao que isto chegou! Ainda bem que a policia não lhes liga nenhuma.

Fim-de-semana é, quase sempre, sinónimo de tempo livre. Uma boa ocasião para o joguinho. De preferência agasalhado(a) que o tempo anda esquisito e apanhar uma constipação é coisa assim a atirar para o desagradável. É claro que o exemplo da foto não é para seguir à risca, nem tão pouco aos quadrados, é apenas uma sugestão. Não é necessário disfarçarem-se de pinguins.
A placa contém apenas duas palavras e à primeira vista ambas parecem não estar escritas de forma correcta. Pura ilusão. Apenas a segunda está errada porque, em virtude da acção do tempo, as duas últimas letras desapareceram.
Já o “Proidido” me parece perfeitamente lógico. Quer dizer que quem não cumprir a proibição está “f…ido”.
Causa-me alguma estranheza, posso até dizer que não percebo, a hostilidade de muitos europeus relativamente aos Estados Unidos da América. Possivelmente será uma questão de moda. Mas uma moda estúpida, diga-se. É que também já foi moda ser comunista e o resultado foi o que se viu.
Muitos dos que dizem odiar os EUA esquecem que se hoje vivem em liberdade é àquele país que a devem e que, se gozam de um estilo de vida de que certamente não estarão dispostos a abdicar, é também aos “States” que o podem agradecer.
Alguns, já em estado avançado de demência, manifestam uma idiota admiração por indivíduos barbudos de turbante que zurram impropérios contra a civilização ocidental e encontram uma justificação apalermada para todas as acções cometidas por seres dessa espécie, apontando sempre os Estados Unidos como a fonte de todo o mal e a razão que justifica todos as criticas e todos os ataques.
Estes são indivíduos perigosos. Tanto ou mais que os terroristas que se suspeita movimentarem entre nós. Porque são traidores. E esses todos sabemos o que merecem.
Depois dos subsídios que são atribuídos a determinadas pessoas a titulo da rendimento com um nome assaz estranho e que faz com que as mesmas se multipliquem, até porque para além do dinheiro que lhe é generosamente distribuído pelo Estado tem muito tempo livre para experimentar diversas formas de estimular a sua multiplicação, depois destas criaturas de Deus, dizia eu, o lince deve ser o animal mais subsidiado em Portugal. É claro que os agricultores não entram nestas contas. Essas, quem sabe, ficam para outro post.
Não consta que o dito bicharoco tenha sido avistado por cá nos últimos anos e, bem vistas as coisa, ninguém lhe achou a falta. Excepto talvez meia dúzia de ambientalistas de mau aspecto que garantem ter descoberto umas caganitas que, mais tarde, se veio a descobrir tratar de uma ovelha. Tresmalhada, ao que se apurou.
Apesar disso e de aparentemente toda a gente se estar nas tintas para o pequeno felino, o governo aprovou recentemente mais um plano de acção – ora aí está uma coisa que todos os governos gostam de fazer e que agrada sempre a uns quantos, nomeadamente aos donos dos gabinetes que os elaboraram – visando a conservação do lince ibérico. Possivelmente, digo eu que não li o plano, importam-se linces de Espanha e depois propiciam-se-lhes as condições para eles procriarem. Tal como aos outros. Esperemos é que a “linça” esteja de acordo e não se vá pôr para aí a queixar de dores de cabeça.
Provavelmente preocupada com a concorrência que lhe é movida pelas superfícies comerciais a Igreja defende o encerramento dos hipermercados ao domingo alegando que este é o dia do Senhor e que, como tal, deve ser dedicado à família.
Embora não goste por aí além de grandes superfícies comerciais – demora-se uma eternidade para fazer meia dúzia de compras – ainda gosto menos do argumento utilizado pela Igreja para defender o seu encerramento. Meter a religião nisto não me parece boa ideia porque um destes dias, também os judeus, os mouros e outros merdosos doutras religiões não menos merdosas vão exigir que se respeite os dias dedicados aos “senhores” deles.
Estas são, provavelmente, as mamocas mais famosas de Estremoz. A peça, em mármore, está exposta numa movimentada rua da cidade e a popularidade é tal que, como se pode reparar numa observação mais atenta, tem a zona dos seios bastante mais escura que todo o resto do corpo, possivelmente em resultado de muita “investigação pelo tacto”, efectuada pelos transeuntes, visando analisar mais em pormenor as características da obra.